A esclerose múltipla de início pediátrico corresponde a aproximadamente 1,5% dos casos prevalentes de esclerose múltipla e está associada a maior carga da doença, incapacidade motora e cognitiva precoce e progressiva na vida adulta jovem, além de altos níveis de depressão e fadiga.
Este estudo de coorte acompanhou crianças desde a gestação até os 12 anos e encontrou uma associação entre níveis mais altos de chumbo no sangue ao longo da infância e maior risco de sintomas depressivos no início da adolescência.
Este estudo mostrou que fatores de risco como excesso de peso, colesterol alterado e pressão arterial elevada desde a infância e adolescência estão associados a pior desempenho cognitivo no início da vida adulta.
Este estudo revelou que uma parcela significativa de bebês e pré-escolares continua apresentando sintomas semanas ou até meses após uma concussão, reforçando a necessidade de maior atenção a esse tipo de lesão na primeira infância.
Este estudo reforça essa importância ao mostrar que a vacina oferece proteção tanto para crianças saudáveis quanto para aquelas com doenças pré-existentes, que costumam ter maior risco de internações e quadros graves.
Este estudo mostrou que, após a pandemia de Covid-19, houve uma queda no uso de antivirais contra a influenza em pacientes pediátricos internados, mesmo sendo medicamentos recomendados para reduzir complicações e gravidade da doença
Este estudo mostrou que bebês prematuros internados por infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) apresentam maior risco de evolução grave quando comparados a crianças nascidas a termo.
A melatonina é um hormônio que atua não apenas na regulação do ritmo circadiano e qualidade do sono, como também na regulação de outros processos fisiológicos a exemplo do crescimento, puberdade e ganho ponderal.