Esta revisão resume a fundamentação imunológica para o uso de adjuvantes de alumínio e avalia as evidências relacionadas aos riscos de segurança propostos.
A hipertensão pediátrica é um problema de saúde pública cada vez mais reconhecido e constitui um importante fator de risco modificável para a redução da morbidade e da mortalidade cardiovasculares futuras.
Este estudo buscou determinar se o manejo expectante, em comparação com o tratamento ativo de uma PCA definida por protocolo em prematuros, reduz a incidência de morte ou displasia broncopulmonar (DBP).
Este estudo avaliou se acrescentar treinamento e facilitação por equipes de uso racional de antimicrobianos às mudanças nos protocolos eletrônicos hospitalares poderia reduzir prescrições inadequadas de antibióticos.
Uma abordagem terapêutica direcionada às metas individuais pode aumentar a participação de crianças com paralisia cerebral em atividades físicas e de lazer.
Os livros ilustrados infantis frequentemente apresentam alimentos e refeições em suas histórias e podem ser utilizados para conversar com as crianças sobre nutrição, relações familiares e aspectos culturais da alimentação.
O conhecimento sobre os fatores associados à ontogenia imunológica no início da vida é um pré-requisito para identificar estratégias de prevenção da morbidade e da mortalidade por infecções, excepcionalmente elevadas nesse período.
Desde os primórdios da humanidade, a experiência da dor e do sofrimento esteve associada à necessidade de cuidado, incluindo não apenas o alívio do sofrimento físico, mas também o cuidado das dimensões emocionais e espirituais.
Estima-se que a incidência de injúria renal aguda (IRA) relacionada ao uso de fármacos e contrastes em pacientes críticos pediátricos alcance 16%, número ainda subestimado, mas com repercussões significativas sobre morbimortalidade e custos hospitalares.